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 Saúde

  O vinho é uma bebida alcoólica que traz muitos benefícios à saúde, quando consumido da maneira e na quantidade certa.  Isso sem falar que o vinho é a única, entre as bebidas alcoólicas, que não afeta o nosso sistema imunológico.

  Segundo muitas pesquisas feitas na Europa basta uma taça diária para diminuir em pelo menos 10% o risco de infecções por bactérias que causam uma série de doenças, como úlceras, gastrites, infecções e muitos tipos de câncer.

O vinho pode ser considerado um alimento funcional.
Alimento funcional é aquele que possui substâncias boas ao organismo podendo evitar doenças.

 

 Benefícios comprovados pela ciência

 

 

 

 

Doenças coronárias :  O consumo moderado de vinho controla os níveis sangüíneos de algumas substâncias químicas inflamatórias chamadas citocinas. Estas, por sua vez, afetam o colesterol e as proteínas da coagulação. O vinho é capaz de reduzir os níveis de LDL e aumentar os de HDL (colesterol bom). Com relação à coagulação, o vinho torna as plaquetas presentes no sangue menos aderentes e reduz os níveis de fibrina, evitando que o sangue coagule em locais errados. Estes efeitos poderiam prevenir o entupimento de uma coronária, evitando um infarto do miocárdio.

Doenças do cérebro : Os efeitos mais conhecidos do álcool sobre o sistema nervoso são a embriaguez e a dependência alcoólica. Entretanto, quando consumido com parcimônia, o vinho parece reduzir o risco de demência, incluindo o Mal de Alzheimer. Segundo alguns especialistas, os polifenóis presentes no vinho (principalmente nos tintos) seriam os responsáveis por evitar o envelhecimento das células cerebrais. É intrigante notar que, proporcionalmente falando, a ação antioxidante dos polifenóis dos vinhos brancos é superior à dos tintos. Entretanto, a quantidade de polifenóis dos tintos é muito superior à dos brancos, tornando estes vinhos mais interessantes para as células cerebrais. Além da ação antioxidante, os vinhos melhoram a circulação cerebral, com o fazem com a circulação coronária. Sabe-se, ainda, que as chances de apresentar depressão são menores em consumidores moderados de vinho.

Doenças respiratórias : Experimentos recentes têm demonstrado que o vinho é capaz de reduzir as chances de uma infeção pulmonar, sendo mais eficaz que alguns antibióticos modernos.

Doenças do aparelho digestivo : Há vários séculos, São Paulo já recomendava "um pouco de vinho para a saúde do estômago". Hoje, sabe-se que o consumo moderado de vinho está associado a uma menor incidência de úlcera péptica por uma série de razões: alívio do estresse, inibição da histamina, ação antimicrobiana contra o Helicobacter pylori, bactéria implicada na gênese da úlcera duodenal. Por atuar sobre o colesterol, o vinho parece reduzir as chances de formação de cálculos no interior da vesícula biliar.

Doenças do aparelho urinário : Estudos mostram que o vinho é capaz de reduzir em até 60% o risco de formação de cálculos urinários, ao estimular a diurese.

Diabetes : O vinho consumido de forma moderada melhora a sensibilidade das células periféricas à insulina, sendo interessante nos pacientes com diabetes tipo 2 (não insulino-dependente). Além disto, o vinho reduz as chances de morte por infarto do miocárdio4 em pacientes com diabetes tipo 2. Em mulheres, um estudo mostra que o vinho pode reduzir as chances de surgimento de diabetes.

Sangue e anemia : O álcool ajuda o organismo a absorver melhor o ferro ingerido nos alimentos. Além disto, um copo de vinho tinto contém, em média, 0,5mg de ferro.

Ossos : Estudos populacionais têm demonstrado que o consumo de pequenas quantidades de vinho é capaz de melhorar a densidade óssea, reduzindo as chances de osteoporose.

Visão : O vinho reduz a degeneração macular, causa comum de cegueira em idosos.

Câncer : A possibilidade de que os antioxidantes presentes no vinho pudessem prevenir alguns tipos de câncer despertou o interesse de muitos pesquisadores em todo o mundo. Alguns estudos populacionais mostram uma redução da mortalidade por doença coronária e por câncer em bebedores comedidos de vinho. Por exemplo, homens que consomem vinho sensata e regularmente têm menor chance de desenvolver Linfoma não-Hodgkin.

 

 Os efeitos do Resveratrol no organismo
 

  A ingestão de uma pequena dose de um suplemento contendo resveratrol  (poderoso antioxidante presente na uva) , o metabolismo muda para melhor. Os efeitos parecem ser tão bons quanto a restrição calórica. A descoberta, publicada na Cell Metabolism, é a primeira a relatar os efeitos clínicos do composto."Nós avaliamos vários efeitos, mas todos apontavam para melhoras no metabolismo", diz Patrick Schrauwen, da Maastricht University.

 

    Estudos anteriores em animais tinham mostrado que o resveratrol melhora a resistência à insulina e protege contra os efeitos maléficos de uma dieta rica em gordura, entre outros benefícios. Os efeitos são comparáveis ao que ocorre quando animais ou humanos restringem significativamente o número de calorias ingeridas _ dieta que atrasa o aparecimento de doenças relacionadas à idade. Além disso, nenhum estudo tinha examinado sistematicamente os efeitos metabólicos do resveratrol em pessoas.

 

    Os pesquisadores ofereceram suplementos dietéticos contendo 150 mg de resveratrol puro a 11 obesos saudáveis durante um mês. Eles mediram parâmetros como quantidade de energia gasta, estoque e queima de gordura, entre outros.

 

    Os dados revelaram que, assim como a restrição calórica, o consumo do suplemento de resveratrol reduziram o gasto energético e melhoraram o metabolismo. Essas mudanças incluem uma taxa metabólica mais baixa, menos depósito de gordura no fígado, níveis mais baixos de açúcar no sangue e queda na pressão arterial.

 

 

 Por que o vinho nos faz bem?

 

  Há dez anos o cardiologista Protásio Lemos da Luz (professor de Cardiologia da USP e pesquisador do Instituto do Coração - Incor), estuda as ações benéficas dos vinhos. Num trabalho com jovens na faixa dos 20 anos, com colesterol alto e sem outro problema de saúde, doses certas de vinho tinto tomadas por 15 dias dilataram as artérias dos participantes, fluindo melhor o sangue.

  No Congresso Europeu de Cardiologia, em Paris, ele apresentou um trabalho que teve como foco justamente o resveratrol. As cobaias que receberam doses mais altas de resveratrol tiveram melhoria da capacidade vascular. Segundo Lemos, em outros estudos o resveratrol aumentou a longevidade. Isso porque essa substância estimula a replicação de células. E, quando um organismo envelhece, perde exatamente essa capacidade de replicar as células.


 

  Como  o consumo do vinho por si só já é responsável pela elevação das lipoproteínas de alta densidade (HDL) no sangue, o que na linguagem popular significa o “bom colesterol”, além de diminuir a agregação das plaquetas, associados aos dois efeitos do produto o resultado será sempre benéfico à proteção do aparelho cardiovascular. “Está provado que ao ser consumido moderadamente, o vinho diminui os riscos de doenças coronarianas (infartos), além de prevenir a ação de tromboses, derrames e acidentes vasculares cerebrais isquêmicos”.


  Da uva associada ao álcool decorrente da fermentação do mosto, tem-se então o sagrado vinho, cujas propriedades medicinais hoje são consideradas inclusive por cardiologistas, que têm recomendado a bebida com freqüência, principalmente para as pessoas com idade acima da faixa etária de 30 anos quando, segundo contata-se, aumenta o risco de acidentes cardiovasculares. A uva contribui com substâncias de efeito antioxidante, comprovadamente favoráveis à saúde humana.


  O vinho possui dois íons (silício e cromo), que também têm ação benéfica na limpeza das paredes das artérias. Como estas duas substâncias permanecem na corrente sangüínea apenas por 24 horas, para que elas possam ter efeito protetor é necessário consumir vinho diariamente. “Aí reside o segredo da bebida” se consumirmos o equivalente a duas, três taças por dia. No caso dos idosos, por exemplo, além da melhora de qualidade de vida, o vinho também proporciona melhores digestão e sono, além de bom humor.


  Não bastassem as propriedades já ressaltadas, o vinho também está associado à longevidade, sendo mais recomendado para tanto o vinho tinto.


   Recentes estudos internacionais destacam que consumidores moderados de vinho podem durar mais do que os abstêmios. O vinho é a mais saudável e higiênica das bebidas, já proclamava o cientista Louis Pasteur, há mais de cem anos atrás. O consumo moderado de vinho traz uma longevidade extra.


  Muitas pesquisas  associam o vinho, com a redução do risco de doenças do coração.


  As doenças do coração lideram a causa de morte em muitos países do ocidente.

Sabe-se que o álcool desencadeia metabolismos que inibem a coagulação do sangue e, além dele, também outros componentes trazem os seguintes benefícios:


  Antioxidantes - Foram encontrados compostos fenólicos no vinho que possuem fortes propriedades antioxidantes que podem ajudar a prevenir o fechamento das artérias e perigosas coagulações internas do sangue.


  Digestão - O consumo habitual de vinho nas refeições faz com que o álcool e os compostos fenólicos do mesmo contenham efeitos adversos das comidas gordurosas.


    Estudos já expostos em congressos sobre alcoolismo têm considerado que para pessoas adultas, em bom estado de saúde e cuja alimentação diária é equilibrada e preenche as necessidades mínimas do organismo, este pode normalmente consumir o máximo de 300ml (2 taças) de vinho para um homem e 200ml (pouco mais de 1 taça) para uma mulher. 

  
  Quando esta dose diária não é ultrapassada e se tem a precaução de reparti-la entre as duas principais refeições, o vinho pode então desempenhar seu papel de alimento tônico e benéfico.

 


  O vinho e a alimentação


  A riqueza dos elementos que o integram fazem dele, na realidade, um verdadeiro alimento líquido de incomparáveis virtudes, e, analisando os seus componentes com os métodos analíticos modernos, compreendemos mais facilmente o valor de alimento simbólico e sagrado que o homem sempre deu ao vinho. E não só o homem, mas também o Filho de Deus, cujo primeiro milagre foi com o vinho das bodas de Canaã.


  A água, calorias, vitaminas e os sais minerais são um complemento alimentício muito importante como podemos ver ao analisar a tabela a seguir. É uma bebida equilibrada, se a compararmos com outras bebidas alcoólicas, especialmente as destiladas, que são praticamente só calorias e álcool puro.


  Pesquisas provam que o Vinho, tomado nas refeições, protege o coração de problemas cardíacos. Segundo pesquisadores existe na casca da uva uma substância denominada Resveratrol, encontrada em maior quantidade no vinho tinto, que tem o efeito de diminuir as taxas de LDL, o “mau colesterol”, que se deposita nos vasos sanguíneos. Outros cientistas concluíram que o resveratrol também aumenta o nível de HDL, o colesterol “bom”. Este se liga às partículas de gordura, levando-as para fora do vaso.


  Flavonóides presentes no vinho tinto, tem poder antioxidante até maior que a Vitamina E, e por isso, protegem o coração dos efeitos das gorduras.

 

Fontes : 

Noticiência -> http://noticienciadigital.blogspot.com/2008/10/vinho-para-o-corao.html

União Brasileira de Viticultura  ->  http://www.uvibra.com.br/noticias_virtudes.htm