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  Marrocos

 

 

   Desede a independência da França, em 1956, as regiões vitícolas do Marrocos caíram de 55.000ha para cerca de 10.000ha. Hoje a indústria é dominada pela SODEA, uma empresa estatal que está tentando superar anos de negligência. A inovadora Celliers de Meknès e vários investidores internacionais oferecem esperança, mas ainda é preciso fazer grandes progressos.

  Marrocos já produzia vinhos antes mesmo da era do Império Romano. O cultivo das vinhas, no entanto, se perdeu por volta do século VII por conta da proibição religiosa de consumo de álcool, retornando apenas com a colonização francesa no final do século XIX. Porém, é apenas na década de 1990 que a indústria marroquina volta a se expandir, com incentivos do próprio Rei Hassan II.

  Seis das sete regiões vitivinícolas marroquinas se localizam nas proximidades das cidades de Meknes, Rabat e Casablanca, na costa atlântica ou nas montanhas próximas da costa, ao sudoeste da Espanha e de Gibraltar. Já a sétima região fica ao leste na fronteira com a Argélia e próxima ao mar Mediterrâneo.

   A produção do Marrocos é dominada pelos vinhos tintos. A desbotada Carignan é a cepa mais plantada, seguida por Cinsaut e Grenache. Cabernet Sauvignon, Merlot e Syrah estão ganhando importância e são responsáveis por alguns dos melhores vinhos do país. 

    O Marrocos possui cerca de 15,000ha (37,000 acres) para a produção de vinho, com 14 Appellations d'Origine Garantie (AOGs) e 1Appelation d'Origine Contrôlée (AOC).

 

As Principais regiões produtoras e suas denominações são:

Leste marroquino:

Beni Sadden AOG

Berkane AOG

Angad AOG

 

Região de Meknès e Fès:

Guerrouane AOG

Beni M'tir AOG

Saiss AOG

Zerhoune AOG

Coteaux de l’Atlas AOC

 

Região norte:

Gharb AOG

 

Região de Rabat e Casablanca:

Chellah AOG

Zemmour AOG

Zaër AOG

Zenatta AOG

Sahel AOG

 

Região de El-Jadida:

Doukkala AOG