A Tunísia faz vinho desde que os fenícios fundaram Cartago, por volta de 800 a.C. De 1883 a 1963 o país foi um protetorado da França, e a indústria ainda mantém um acentuado sabor gaulês. Ambos compartilham várias cepas, como Carignan, Grenache, Clairette e Alicante.

 

    A Tunísia dispõe de uma excelente variedade de vinhos, uma vez que, ao contrário do resto dos países muçulmanos, na Tunísia é permitido o consumo de álcool. À exceção do vinho de palma (lagmi), os vinhos da Tunísia vêm dos vinhedos da região do norte de Haut Mornag ,tintos e brancos de Koudiat; tintos e brancos de Saint Cyprien: tintos de Thibar; tintos e brancos de Tardi , tintos e muscats de Carthage, de Hassen Bey e de Kelibia. Se for à Tunísia, não deixe de provar os excelentes e variados vinhos tunisianos brancos, rosados ou tintos. Entre as diversas marcas destacam os Coteux de Utique, Blanc de Blanc, Les Coteaux de Teborka: Magnon, Koudiat, Clariet de Bizerte. Les Coteaux de Carthage: Chateau Mornagou Haut Mornag. Existem também vinhos espumantes, como o Tardi ou o Cordon vert, de Thibar. 

 

   Sob a legislação de 1957, a Tunísia possui um sistema de classificação de 4 níveis: vins de consommation courante, vins superieurs, vins de qualite superieure, e appellation d'origine controlee.

 

   Hoje, faltam investimentos. Três quartos da produção estão em poder do Estado, que em geral tem demorado muito para acolher novas tecnologias. Muitas empresas privadas começaram a fazer uso dos vinhedos bem estabelecidos do país, mas ainda há muito trabalho a fazer. Apesar de os rosés leves dominarem a indústria, o futuro da Tunísia provavelmente está em seus saborosos tintos.

 

 

  As principais regiões produtoras são :

 *  Nabeul  

  Cap Bon

 *  Bizerte